Autonomia nominal é o tempo que a bateria entrega em condição de laboratório: temperatura controlada, carga constante e bateria nova. A autonomia real da sua instalação sempre é menor. A diferença pode ser pequena ou brutal, e é bom entender o porquê antes de dimensionar.
Consumo real
O nobreak não entrega 100 por cento da potência nominal para a bateria. Perde na conversão e no consumo próprio. Além disso, cargas pulsadas descarregam a bateria mais rápido do que cargas constantes de mesma potência média.
Temperatura
A cada 10 graus abaixo de 25, a capacidade útil da VRLA cai perceptivelmente. Sala fria em inverno já derruba autonomia real em relação ao catálogo.
Idade do banco
Depois de dois anos em stand-by, a capacidade útil já não é mais 100 por cento. Contar autonomia nominal em banco antigo é convite para falha em queda de energia.
Como projetar
Dimensione o banco com folga de 20 a 30 por cento sobre o consumo real medido. Assim, mesmo com envelhecimento, o banco entrega a autonomia útil que a instalação exige.